Daiblog Especial Festival de Brasília 2009
Está marcado para os dias 17 a 24 de novembro o 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Hoje de manhã , no Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro, foram anunciados os filmes e curtas que participarão das mostras competitivas.Ao todo, 366 produções foram inscritas, sendo 52 de Brasília. O filme que abre o evento é o aguardado Lula, O Filho do Brasil, dirigido por Fábio Barreto. E o que encerrará o festival deste ano é Brasília a Última Utopia, de Pedro Anísio, Geraldo Moraes, Vladimir Carvalho, Pedro Jorge de Castro, Moacir de Oliveira e Roberto Pires. Tanto os filmes de abertura e encerramento não concorrem a prêmios e serão exibidos apenas para convidados.

Fernando Adolfo (de amarelo) - coordenador do festival
Crédito da foto: Júnior Aragão
MOSTRA COMPETITIVA 35MM – LONGAS-METRAGENS
- A Falta que me Faz, de Marília Rocha
- É Proibido Fumar, de Anna Muylaert
- Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas
- O Homem Mau Dorme Bem, de Geraldo Moraes
- Perdão Mister Fiel, de Jorge Oliveira
- Quebradeiras, de Evaldo Mocarzel

Cena de É proibido fumar
- A Noite por Testemunha, de Bruno Torres
- Água Viva, de Raul Maciel
- Amigos Bizzaros do Ricardinho, de Augusto Canani
- Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos, de Camilo Cavalcante
- Azul, de Eric Laurence
- Bailão, de Marcelo Caetano
- Carreto, de Marilia Hughes e Claudio Marques
- Dias de Greve, de Adirley Queirós
- Faço de mim o que quero, de Sergio Oliveira e Petronio Lorena
- Homem-Bomba, de Tarcísio Lara Puiati
- Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho
- Verdadeiro ou Falso, de Jimi Figueiredo

Lula, o filho do Brasil
- A Última Quinta, de Fernando Arze
- Apreço, de Gabriel Trajano
- Cerol, de Bruno Mello Castanho
- De muro a muro, de Marina Watanabe e Rebeca Damian
- Dois Mundos, de Thereza Jessouroun
- Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, de Marcela Bertoletti
- Ensaio de Cinema, de Allan Ribeiro
- Inexorável, de Juliano Coacci Silva
- Lembrança, de Mauricio Osaki
- Mas na verdade uma história só, de Francisco Craesmeyer
- O canalha, de Latege Romro Filho e Rodrigo Luiz Martins
- Obra Prima, de Andréa Midori Simão e Thiago Faelli
- Os Pais, de Lello Kosby
- Quase de Verdade, de Jimi Figueiredo
- Roteiro para minha morte, de Pablo Gonçalo
- Sala de Montagem, de Umberto Martins
- Santa Bárbara do Oeste, de Tato Carvalho
- Vladimir Palmeira - A História Sem Mitos, de Roberto Reis Stefanelli
Fique ligado no Daiblog para conferir mais informações sobre o festival!
Conheça mais sobre o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Criado em 1965, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é o mais antigo do país. De lá para cá, sempre foi referência de crítica e propagação da sétima arte. Idealizado por Paulo Emílio Salles Gomes, crítico de cinema, o evento que nasceu no início da Ditadura Militar, sempre teve caráter contestatório, o que levou a sua proibição durante os anos de 1972 e 1974.
Uma constelação de artistas já passou pelo tapete vermelho do Cine Brasília, entre eles, Fernanda Montenegro, Grande Otelo e Arnaldo Jabor. Todos premiados na primeira edição do evento. Entre as marcas registradas do Festival, estão a fidelidade à produção nacional, o espaço dado aos novos nomes e seu público extremamente crítico. Para os cineastas, o Festival de Brasília funciona como um termômetro, se o público daqui gostar, é sucesso garantido.
Desde 2007, a acessibilidade é garantida no FBCB. Para assegurar um direito igualitário à cultura, os filmes foram legendados e os deficientes visuais contam com um sistema de audiodescrição. Além disso, em 2008, pela primeira vez, os cegos escolheram o filme que mais gostaram.

O polêmico Filmefobia foi o grande vencedor do ano passado
Porém, mais que um grande propagar cultural, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é um dos grandes pontos de encontro da população da capital. Durante os seis dias de mostra competitiva, pessoas de todas as tribos e idades passam pelo Festival, principalmente, no Cine Brasília, onde ocorre a mostra competitiva.
Veja na TV Daiblog o diretor Júlio Bressane e equipe apresentando o longa Cleópatra, estrelado por Alessandra Negrini. O filme concorreu na Mostra Competitiva 35 mm do festival de 2007.



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